No fim do século 18, gente começou a morar às margens da lagoa. E, no meio de um grande coqueiral, havia um detalhe curioso: um único coqueiro seco, que virava ponto de referência. Quem marcava encontro dizia: é no coqueiro seco. O nome pegou e ficou.
Anos depois, franciscanos tentaram mudar para Monte Santo. Não deu. O povo manteve Coqueiro Seco na fala e na memória.
E entre 1859 e 1860, Dom Pedro II passou por aqui e registrou a igreja no alto, reconhecendo a importância do lugar.