Maceió, 16 de abril de 2026

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Joana Gajuru e o Guerreiro Alagoano

O Guerreiro Alagoano nasceu no início do século XX da mistura do reisado, da chegança e dos pastorais. É uma brincadeira cheia de música, dança e encenação de “guerras”, com espadas, cantorias e roupas coloridas. O detalhe mais marcante são os chapéus enormes em forma de igreja, símbolo da fé de quem brinca o Guerreiro. E nessa história aparece um nome fundamental: Joana Gajuru. Nascida como Joana Maria da Conceição, na região de Lagoa da Canoa, ela cresceu em meio ao trabalho duro nos canaviais. O apelido “Gajuru”, dado nos engenhos a crianças negras nascidas perto dos bangüês, virou identidade.

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