Tudo começou em 1905, quando o jornalista Joaquim Goulart de Andrade propôs a homenagem. Nasceu o Centro Cívico Floriano Peixoto, com apoio de figuras importantes da época, como o senador Euclydes Malta.
Em 24 de fevereiro de 1905, colocaram a pedra fundamental no centro da praça. Dentro de uma urna de ferro, guardaram jornais e moedas da época. A ideia era deixar um recado para o futuro. Mas quando abriram a urna, três anos depois, a umidade tinha danificado parte do material, e a ata sumiu.
A estátua foi encomendada ao escultor italiano Lorenzo Petrucci e fundida por Angeli Angiolo, em São Paulo. Com 2,15 metros de altura, Floriano aparece firme, mão na espada e chapéu de marechal na outra, sobre uma base de granito.