No Conta pra Gente de hoje, o pesquisador da UFAL Fernando Soares explica como a estética do cangaço foi muito além das armas e dos combates.
Lampião desenhava, costurava e bordava parte das roupas e acessórios usados pelo bando. Chapéus de couro, bornais, cinturões e cartucheiras recebiam estrelas, flores, moedas, metais e outros símbolos, unindo proteção, funcionalidade e identidade. Essa estética transformou a indumentária do sertão em uma linguagem visual única, que até hoje influencia a moda, o artesanato e a cultura nordestina.
Fernando Soares mostra como essa herança atravessou o tempo e continua presente na arte e na cultura popular.