Maceió, 12 de agosto de 2026

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Lampião também costurava. E ajudou a criar uma das estéticas mais marcantes do Nordeste

No Conta pra Gente de hoje, o pesquisador da UFAL Fernando Soares explica como a estética do cangaço foi muito além das armas e dos combates. Lampião desenhava, costurava e bordava parte das roupas e acessórios usados pelo bando. Chapéus de couro, bornais, cinturões e cartucheiras recebiam estrelas, flores, moedas, metais e outros símbolos, unindo proteção, funcionalidade e identidade. Essa estética transformou a indumentária do sertão em uma linguagem visual única, que até hoje influencia a moda, o artesanato e a cultura nordestina. Fernando Soares mostra como essa herança atravessou o tempo e continua presente na arte e na cultura popular.

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